Home Data de criação : 09/08/09 Última atualização : 11/10/17 19:13 / 18 Artigos publicados

Eu sei...  escrito em domingo 02 maio 2010 11:25

Eu sei que o céu não existe,

Sei que o mar não tem inicio,

nem meio,

nem fim...

Sei que a terra acaba onde começa,

e começa onde acaba...

e mesmo assim até o céu, o mar, a terra...

Até eles mudam...

O homem,

Espirito incensato e pecador,

Espirito sujo por fora e por dentro!

O homem... unico ser que mente, traí e diz ser racional...

Eu sei que sim... e é me ilicito falar de perfeição,

É um erro obrigar alguém a ser gente...

A ser sincero, a ser homem...

Mas hoje...

Hoje eu quero mudar também,

Hoje eu quero que mudes por mim,

Hoje eu quero uma hipotese mas vinda de ti...

Porque eu sei,

Contra o saber dos outros,

Eu acredito contra o acreditar dos outros,

Eu reajo contra a negação dos outros...

Eu confio indiferente às desconfianças dos que me rodeiam...

Eu fico a espera...

Porque afinal... ja ninguém domina o sentimento,

Ja ninguém encontra nele principio, meo ou fim...

Já ninguém pode provar que foi errado,

Já ninguém pode atirar pedras a ninguem...

E eu espero... Sabes bem até quando...

Sabes bem porquê...

Sabes bem que sim...

Em fim...

Sou tão pecadora como tu,

Já menti tanto ou mais que tu...

Mas os meus telhados de vidro... Estao intactos...

Os teus estão estilhaçados,

Partidos, destruidos...

E eu prometo, juro, digo!

Perdoa-te a ti mesmo e muda...

E eu ajudo-te a reconstruir os teus telhados...

A colar pedaçinho por pedaçinho...

Com aquela marca de cola,

Que existe desde os mais infimos séculos!

A fábrica do amor!

Vanessa Simões

2 de Maio de 2010

 

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desculpa  escrito em terça 23 fevereiro 2010 13:11

desculpa se te fiz sofrer, se te cansei...

 desculpa se nao quis sofrer e superei...

Desculpa as anseas,

As lutas sem fim,

O cançasso...

Ao fim ao cabo a exaustao com que te deixei...

De mim... sim... eu errei!

 Aceito, aceito e aceitarei...

São as tuas regras,

Por vezes vejo-me perdida nelas...

São tao estranhas,

 Ao fim ao cabo... Injustas...

Mas sao as tuas regras...

Os teus objectivos...

Os teus direitos...

Não voltarei a passar para além deles,

Nao voltarei a tentar descobrir a verdade,

Por fins menos dignos,

Não voltarei a lutar pela tua felicidade,

Certeza, em fim...

Visão do presente, passado...

Da forma que tu nao queres,

Afinal... e a tua guerra,

sao as tuas regras...

 Sou apenas um soldado do teu vasto exercito...

Nao sou importante...

Não... Sou um mero soldado perdido....

Que se limita a lutar pelo bem do superior...

As minhas palavras podem até nao ser as mais corretas,

 tal como os meus actos...

Mas a verdade, e que...

Por vezes um soldado,

nao age como deveria de agir,

Afinal, é um humano e por ser humano erra...

Pesso desculpa por nao ser o soldado perfeito que deveria ser...

 Vanessa Simoes

Encara isto como u pedido de desculpas..

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se...  escrito em quinta 28 janeiro 2010 12:13

e se eu te disser que vi o sol nos teus olhos?

A lua nos teus lábios,

A esperança no teu coração?

E se te disser que deixei de vivwer por mim,

passando assim a viver pod nós dois?

E agora olho o passado,

Vejo que nao foi tempo perdido nem desperdiçado,

Mas sim vivido, e  ultrapassado...

Já nao volta mais... eu sei... mas... na vida...

É preciso fazer escolhas,

eu fiz as minhas...

Não perdi nada,

Afinal nasci nua...

Ensanguentada...

A chorar e pequenina...

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vida  escrito em domingo 24 janeiro 2010 15:52

A minha vida está entregue aos cuidados de um pássaro, um passaro instavél e impervisivel, mas eu confio nele... Confio nele a minha vida...

Porque a certeza ninguém tem, e ao menos, assim eu voo... nas asas de um passaro, cá do alto, vejo os vossos erros e tento corrigir os meus...

São meros sentimentos nunca expressados, vidas que podiam ser repletas de amor,  de beijos, de carícias, de afagos...

Hoje, depois do sol se por voltarei a descer das asas do pássaro, voltarei ao teu quarto, como tantas outras vezes e direi:

AMO-TE enquanto tu dormes o sono profundo ou olhas as estrelas, e nao me vez... somos apenas seres esquecidos, o que não quer dizer que estejamos perdidos, pertencemos um ao outro, e so isso, poderão vir mil, e tu sabes... que sou eu que continuo a voar nas asas de um passaro , que te demonstro onde ficou o erro, e começo de novo, mas tu caminhas ainda a meus pés...

Não relutes contra a luta que ja nao existe, nao me desafies para a batalha que ja sabes que perdes, porque a vida, é cheia de injustiças, e pra todo o mundo, sou a menina que nada faz e nada tem, pra ti sou a mulher que conheceste durante um longo tempo da tua vida...

Volto a dizê.lo, a vida nao termina quando um relacionamento termina, mas sim quando uma pessoa deixa de amar, orgulho-me por nunca ter cometido o erro mais grave, orgulho-me por nunca ter procurado ninguém, orgulho.me por ter sentido o teu toque suave, e por vezes o teu desdém, e porquÊ?

Porque se a sentença foi tão grande?

Porquê se os olhos ja nao se fecham uma noite inteira?

Porquê se eu sabia que seria assim?

Porquê?? Se eu sabia que o melhor porto para o meu coração é o meu corpo?

Porque te amei,

Porque a xentença nao foi tao grande quanto os momentos de loucura...

Porque se não se fecham uma noite inteira é porque ainda te lembro...

Porque sabia que seria assim, mas quis arriscar...

Porque o meu coração seria tão feliz dentro do meu corpo, como um animal numa jaula...

As vezes... a segurança não é tudo...

Não me arrependo de nada, a não ser do que não fiz! De quando nao gritei, de quando nao te disse pra voltares, de quando nao fui capaz de me expressar, de quando era capaz de ser perfeita e nao fui, de quando nao segui o caminho mais docil...

Hoje... sou inteiramente eu!

Inteiramente a mulher que já nao conheces...

Plantaste-me menina, colheste-me mulher!

 

Vanessa Simões

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e essim foi...  escrito em domingo 10 janeiro 2010 14:03

Quebrei as regras impostas por mim no passado, lutei e superei barreiras, vivi e ultrapassei… Em fim, subjuguei-me ao passado, esquecendo-me que já me tinha acorrentado ao futuro, enlameei o meu coração já ferido, reinventei momentos inexistentes, por fim… ambas as amarras partiram, e o meu coração, triste ferido e sujo caiu por terra… A angustia foram escassos momentos… escassos segundos… Que viraram solidão… Esperava pelo sol que por fim chegou… Mas se negou a encandear-me com o seu brilho… Fui… A poetiza eleita, a louca e suspeita, a infeliz mas atrevida… Subjuguei-me então ao presente, e ainda te procuro, sol de primavera... Procuro… encontro… mas não te seguro… porque ninguém pode ter um sol imenso… ninguém pode amar o sol e querê-lo Para si… Então… Solto as amarras e espero que o sol deixe de ser incandescente, tendo mais a certeza da minha própria morte do que disso… Seguro as rédeas da minha vida… e… ando em frente! Só posso dizer a este sol que o meu maior desejo seria virar lua, para uma vez, de muitos em muitos anos poder ser sua… Vanessa Simões
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